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A divisa da Sociedade,
“JUSTITIA ET HUMILITAS” significa que a ABEL CARDOSO
& ANTÓNIO JOSÉ MARTINS - Sociedade de Advogados, R.L. tem como
objectivo obter, em tudo que se propõe fazer, a JUSTIÇA humanamente possível, sem
o mínimo de tibieza, com a maior HUMILDADE.
A JUSTIÇA, actuando
sempre com todo o conhecimento disponível, tudo fazendo, num primeiro momento, para
a conseguir sem recurso a tribunais, sejam eles qual forem e, portanto, apostando
na acção preventiva e na composição extrajudicial e só, em caso de inviabilidade,
levando, perante o competente Juízo, o respectivo feito com toda a independência
e honestidade, e sempre e exclusivamente no interesse de quem se lhe confia.
A HUMILDADE a pôr,
a todo o momento, em tudo o que os seus sócios realizam.
A Sociedade surgiu em Fevereiro de 1996, por iniciativa de Abel Cardoso, à qual
foi atribuída o registo nº 25/96 no Conselho Geral da Ordem dos Advogados.
Crê-se que tenha sido a primeira Sociedade de Advogados na Beira Baixa,
e certamente a primeira na cidade de Castelo Branco.
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A maioria das pessoas, necessita
de quem lhes diga quais os seus direitos e o que fazer para que eles sejam respeitados.
Na verdade, as leis, cada vez em maior número, são, por vezes, muito complexas,
chegando-se, em muitos casos, a que a interpretação, que um dá a certa norma, não
ser, por outro ou outros, aceite como correcta.
A necessidade, cada mais premente, do recurso ao advogado deverá, pois, ser a prioridade
de toda a pessoa que não queira cometer erros, alguns de uma importância absoluta,
por se virem a mostrar irremediáveis.
Daí que, cada vez mais, se deva consultar prèviamente o advogado, devendo até criar-se
um salutar hábito: ter um advogado como se tem um médico de família e a ele recorrer
sempre e previamente a colocando-lhe qualquer assunto, a fim de ele dar o seu conselho.
Os advogados, que formam esta Sociedade, exercitam a sua actividade em exclusividade
e a tempo inteiro, estando vocacionados para tratar seja do que for, desde que de
índole jurídica, que se apresente no quotidiano, a qualquer pessoa, quer em Portugal,
quer em qualquer País da Europa e não só, com respeito escrupuloso da ética e da
deontologia profissional.
A língua de trabalho no escritório é, como é óbvio, o português, embora o espanhol,
o francês e o inglês não lhes sejam estranhos e, assim, possam também tratar de
assuntos a Clientes que usem qualquer desses idiomas.
A JUSTIÇA deve estar ao alcance de todos, ricos e pobres, quem
realmente não pode pagar, nada paga por qualquer trabalho prestado. O trabalho
pro
bono é, portanto, algo que está ínsito no ânimo e na actuação de quem está adentro
das portas desta sociedade.
Os CLIENTES são, como sempre foram para qualquer dos sócios, a razão da existência
desta Sociedade. |
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